Era da superexposição leva as pessoas a tentar corrigir imperfeições

Na era das redes sociais e da exposição frequente em fotografias e as famosas selfies, as pessoas cada vez mais preocupadas com a aparência. E isso está conforme os números de cirurgias plásticas realizadas. Dados apontam que em 2013 o Brasil teve 13% do total mundial de plásticas realizadas. Com 1,49 milhão de procedimentos feitos, chegando a superar os Estados Unidos, país conhecido pelo alto número de plásticas.

E engana-se quem pensa que as plásticas são exclusividade das mulheres e de uma única classe social. Cerca de 30% das cirurgias foram feitas em homens, além disso, as classes B e C estão aumentando sua fatia de participação no número de cirurgias plásticas. Isto é graças às clínicas que oferecem opções de pagamento facilitado, com parcelamentos e até consórcios.

Opções menos invasivas

Para quem se sente desconfortável com algum aspecto do corpo, mas ainda não quer se submeter a uma cirurgia, há algumas opções de tratamentos a serem consideradas. Eles podem ajudar o paciente a conquistar a aparência desejada e não são invasivos. Entre os tratamentos faciais, destacam-se os preenchimentos para rugas e linhas finas, e ainda o laser ou o dermaroller, por exemplo. Já para as regiões de pernas, abdômen e glúteos, existe a radiofrequência, a criolipólise e ainda a drenagem linfática.

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