Depois dos 35 anos é inevitável sermos surpreendidas por ruguinhas ao redor dos olhos, vincos na testa e sulcos ao lado da boca. Envelhecer é poético, quando lembramos de todas as conquistas alcançadas na vida. Mas, ganhar rugas ao longo dos anos, com certeza, não agrada a nenhum mortal.

A cirurgia plástica tem evoluído muito para realizar os sonhos de rejuvenescimento facial. Com o lifting e o mini-lifting, dois processos cirúrgicos indicados para corrigir os efeitos do tempo sobre a face, como a queda natural da pele e a flacidez da musculatura própria da região, isso tem sido possível.

Entendas as diferenças do lifting

O Lifting é uma cirurgia indicada nos casos em que o grau de envelhecimento cutâneo é muito grande. Pode ser realizada em várias regiões do rosto, como testa, pálpebras, bochechas e pescoço. Nesse procedimento é feita uma incisão transversal no couro cabeludo, que desce para os dois lados, passa à frente das orelhas, e contorna por baixo delas, indo até a raiz dos cabelos.

Com o descolamento da pele, em toda essa extensão, é possível “esticá-la”, desfazendo ou minimizando dobras e sulcos, levantando as sobrancelhas e bochechas, devolvendo ao rosto um aspecto mais jovial.

No caso do mini-lifting, a cirurgia é indicada para a face somente ou para a face e pescoço no tratamento da “papada”, flacidez muscular e da pele do pescoço. É um lifting parcialmente limitado nas incisões e no procedimento. A cirurgia promove o levantamento apenas da região superior do rosto.

É feito em pessoas mais jovens (ao redor dos 35 anos), que apresentam supercílios caídos e rugas menos profundas. Aqui, as incisões laterais não sobem até o meio do couro cabeludo e, desta forma, não é feita a correção da testa. Portanto, esse procedimento é indicado a pacientes que não apresentam rugas nessa região.

Em ambas as técnicas, as cicatrizes ficam, em parte, recobertas pelos cabelos, e a feita junto às orelhas tende a ficar praticamente imperceptível.

Os especialistas afirmam que o resultado das cirurgias é marcado pela naturalidade das feições. Há um “refrescamento” da expressão facial, sem marcas, uma vez que as cicatrizes ficam disfarçadas por dentro do couro cabeludo.