Que o cigarro faz mal, todos já sabem. Agora vamos mostrar para você porque os efeitos do tabaco e suas quase 4000 toxinas podem gerar graves riscos à saúde na sua cirurgia plástica.

A nicotina tem um efeito nefasto sobre o processo cicatricial, pois é um potente vasoconstritor e condiciona um grande desequilíbrio da coagulação a favor de fenômenos trombóticos.  Baseado em dados científicos, o tabaco afeta negativamente a cicatrização, aumentando os riscos de complicações no período pós operatório imediato.

No caso das cirurgias plásticas, sabe-se que o risco de infecção da ferida operatória e atraso na cicatrização é de duas a três vezes maior em um paciente fumante. Em algumas cirurgias faciais, a taxa de complicações pode chagar aos 20% quando comparada ao risco de 2 a 5% em pacientes não fumantes.

Quando de trata de abdominoplastia, uma cirurgia muito procurada no âmbito da estpetica, a taxa de complicações pode chegar aos 45%.

Para a cirurgia de redução mamária, as complicações em pessoas fumantes varia de 35 a 40%, entre dificuldade de cicatrização e infecção.  A relação com o tabaco, se mostrou preocupante, quando maior o nível de nicotina, maior o atraso no processo cicatricial e maior o risco de infecção.

Cigarro e cirurgia plástica não combinam! Se você tem o hábito de fumar e não está disposto a parar, converse com seu cirurgião, o ideal é parar de fumar um mês antes da cirurgia plástica e que continue sem fumar por mais um mês após a cirurgia, para ter chances de um pós operatório mais seguro e tranquilo.

Você também pode acessar o site masterhealth.com.br e tirar todas as suas dúvidas em relação à cirurgias plásticas.