Algumas fontes relatam que Pitágoras (matemático e filósofo grego) foi o primeiro a praticar o vegetarianismo durante sua permanência no Egito

Ele acreditava que comer carne interferia no alcance da pura contemplação. Por isso, até o fim do século XIX, quando foi criado o termo “vegetariano”, as pessoas que evitavam a ingestão de carne, inclusive a de aves e peixes, eram chamados de pitagoreanos.

Muitas pessoas tornam-se vegetarianas por acharem errado matar animais com o objetivo de comê-los. A adoção de uma dieta vegetariana gera rápidos benefícios à saúde. Em poucos meses, por exemplo, os níveis de colesterol no sangue baixam, o sono e o ânimo melhoram, a resistência a doenças e o bem-estar emocional aumentam. A longo prazo, esses e outros benefícios se acentuam.

Há ainda aqueles que se tornam vegetarianos por suas opções espirituais ou religiosas. Em certas religiões, o vegetarianismo é um elemento básico para que um indivíduo se torne mais apto e mais encorajado a amar Deus e todas as suas criaturas.

Por desconhecimento e falta de instrução sobre a maneira adequada de usá-los é que fazemos mal à nossa mente e ao nosso corpo. O uso e o suprimento correto do corpo e de suas necessidades são artes que não nascem com o homem e precisam ser aprendidas.

Somos vítimas infelizes, herdeiras, por gerações, de hábitos não questionados. Alimentos prejudiciais têm sido consumidos por tanto tempo que a maioria das pessoas se viciou neles e, pelo uso contínuo, passou a saboreá-los com prazer. É verdade que muitos desses alimentos fazem parte da dieta civilizada há gerações, mas a duração de um erro não o torna menor e não justifica a sua continuação.

O fato é que o vegetariano, com a continuidade da prática dessa filosofia, obterá em pouco tempo, uma melhoria geral da saúde, do corpo, da disposição, da aparência e da libido, inclusive.