Quando pensamos em cirurgia plástica, uma das principais dúvidas que temos é referente à anestesia utilizada durante o procedimento, não é mesmo?

No geral, há um grande receio por parte das pessoas com a anestesia, afinal, quem nunca conheceu alguém que já passou mal após uma anestesia ou algo pior?

Se há algumas décadas os procedimentos com anestesias tinha um percentual de complicações elevado, hoje podemos dizer que esta fase da cirurgia possui o mesmo risco de qualquer ação realizada diariamente.

A anestesia tem como objetivo evitar a dor ou qualquer desconforto durante um procedimento. Ela elimina qualquer sensação na região, tornando-se essencial para os procedimentos cirúrgicos. Existem diversos tipos de anestesia, sendo cada tipo indicado à um determinado procedimento ou perfil de paciente. Como todo procedimento, a anestesia possui alguns riscos, os quais podem ser minimizados quando esta é aplicada por um profissional especializado.

O médico que é responsável pela indução da anestesia e o monitoramento das funções vitais do paciente é o anestesiologista, o qual deve manter o paciente estável durante todo o procedimento.

Tipos de anestesia

  • Anestesia Geral: este tipo de anestesia mantém o paciente sem sentir dor ou movimentar-se durante toda a cirurgia. Sua utilização é mais comum em procedimentos de médio e grande porte ou para crianças e pacientes muito agitados. Esta anestesia pode ser aplicada diretamente na veia, por inalação ou por ambas.
  • Anestesia Regional: utilizada para anestesiar uma região específica do corpo, a anestesia regional pode ser raquidiana ou peridural. Ambas impedem a transmissão de dor na medula, fazendo com que o paciente não tenha sensações do umbigo para baixo. A Raquidiana é indicada para procedimentos mais delicados.
  • Anestesia Local: utilizada para a realização de procedimentos superficiais, em sua maioria de pequeno ou médio porte, este tipo de anestesia tem seu efeito restrito à área onde foi injetada.