Conhecida como a “mulher dos seios grande”, a Jojo Todynho, levantou um grande questionamento: Reduzir as mamas, ou não? Entenda como funciona a Mamoplastia Redutora, a cirurgia para quem deseja reduzir os tamanho dos seios!

O país conheceu o hit “Que tiro foi esse” da cantora carioca Jojo Todynho, que surgiu na internet após Anitta mostrar a artista durante o processo de produção do clipe ‘Vai Malandra’. Com alto astral e sempre de bom humor, mostrou seus seios, dos quais se orgulha (do seu corpo no geral) e não se incomoda em vestir um sutiã tamanho 58.

Porém, deve-se atentar que seios muito grandes podem levar a problemas de saúde. A hipertrofia mamária (o excesso da mama) pode causar dores nas costas, ombros e pescoço, além de vícios de postura. “Também pode haver irritação na pele abaixo do sulco da mama, como dermatites e micoses”, alerta Alexander Nassif, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Com esse parecer, muitas mulheres buscam a cirurgia de redução das mamas, a mamoplastia redutora retira o tecido mamário e gordurosa em excesso e realiza o reposicionamento das aréolas, que, geralmente, ficam abaixo da posição ideal.

“Qualquer mulher pode realizar a cirurgia, mas o ideal é que o desenvolvimento das mamas já esteja completo. Isso acontece por volta dos 16 aos 18 anos de idade”, explica Nassif. É o cirurgião que decide o volume do tecido mamário que será retirado durante a mamoplastia redutora.

E após o processo, a paciente deve cuidar de cultivar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e prática regular de atividade física. “Se a paciente ganha peso, por exemplo, pode ocorrer o crescimento das mamas devido ao aumento da quantidade de gordura na área e, assim, pode haver alterações mais uma vez”, revela o médico.

 

Quero engravidar, isso vai dar algum problema?

Isso não vai te ocasionar nenhum problema.  possível sim, amamentar após uma mamoplastia redutora, porém deve tomar cuidado com alguns fatores. Deixe muito claro ao cirurgião plástico este desejo, não se pode comprometer os vasos sanguíneos, a nervação, os ductos lactíferos e a grande parte da glândula mamária. “Quanto mais mama for retirada, maiores as chances de problemas na amamentação surgirem. É fundamental que a mulher tenha acompanhamento profissional e procure um cirurgião de confiança”, alerta Nassif.