Calma que a gente te ajuda a entender as diferenças da inserção do silicone por baixo ou por cima, afinal, essa não é uma decisão simples e que deve ser tomada sozinha, seu cirurgião plástico tem muita propriedade na hora dessa escolha.

De acordo com os especialistas da Clínica Master Health, existem algumas fatores que dependerá dos resultados esperados, por isso, é sempre importante discutir com o seu médico. Somente ele tem o conhecimento técnico e a experiência para indicar a melhor opção. Além da sua expectativa de resultado, o corpo clínico da Master apresentou que o médico analisa características como:

  • Espessura da pele;
  • Tamanho (diâmetro) do tórax;
  • Tamanho das mamas;
  • Histórico de câncer de mama.

Prótese por baixo do músculo (submuscular)

Atualmente quase não se usa implante totalmente submuscular, pois a mama fica achatada e lateralizada. A técnica mais usada é o Dual Plane, em que o implante fica metade embaixo do músculo e metade embaixo da glândula mamária. Usamos principalmente em mulheres excessivamente magras, com pele fina e com irregularidades ósseas. Deixa o colo do seio menos marcado, e o formato um pouco mais natural. É um pouco mais traumática do que a subglandular, causa mais inchaço e mais desconforto no pós-operatório e diminui a médio prazo a força do músculo peitoral maior, por isso deve ser evitada em atletas e halterofilistas.

Prótese por cima do músculo (subglandular/ subfascial)

O implante é colocado mais comumente embaixo da fáscia muscular (“capinha” que recobre o músculo) o que confere um pouco mais de cobertura ao implante. É a técnica mais solicitada pelas pacientes, pois funciona para quase todos os tipos físicos e causa menos incômodo durante o pós-operatório. Ideal para pacientes que querem o seio mais arredondado, colo mais definido e uma recuperação mais rápida. Quando a pele tem pouco elasticidade/ capacidade de sustentação utilizamos implantes mais aderentes (revestimento de poliuretano) para que as mamas se mantenham firmes e bem posicionadas.