Campeã de solicitações e de controvérsias, as próteses mexem com a cabeça das mulheres (e dos homens também), pois ainda existem muitas dúvidas a respeito

Por isso, elaboramos respostas esclarecedoras para você.

Tamanho Ideal

É essencial ouvir a opinião do seu médico e ter bom senso para escolher um número proporcional à sua estatura e estrutura física.

Risco de rejeição

É raro. Logo após a cirurgia, o organismo forma um invólucro em volta da prótese, o que é absolutamente natural. Em alguns casos, entretanto, essa cápsula endurece, comprimindo os seios, sendo necessário trocá-la. Para evitar essa situação, muitos profissionais indicam massagens diárias feitas em casa em volta da região e a drenagem linfática para auxiliar no processo de cicatrização.

Sensibilidade

Os seios permanecem respondendo aos estímulos normalmente. Em alguns casos, durante o processo de adaptação, que ocorre nos três primeiros meses, a mulher sente alguma diferença, mas geralmente é uma sensação passageira.

É preciso trocar?

Sim, após 10 ou 15 anos elas se desgastam e precisam ser substituídas. Faça exames periódicos de ultra-sonografia para verificar as condições do seu implante.

E quanto a vazamentos?

Hoje em dia, os modelos feitos em gel coesivo são os melhores do mercado. Se houver vazamento, eles não se espalham pelo organismo garantindo menos riscos à saúde. Se a sua prótese ainda não é desse tipo, substitua.

Cicatriz

A incisão pode ser feita por baixo da mama (submamária), pela aréola (periareolar) ou pela axila (axilar). Na consulta de avaliação o cirurgião verificará qual a melhor técnica para que ela fique o mais imperceptível possível. Existem pessoas que possuem dificuldades na cicatrização, conhecida como quelóide. Para evitar ou amenizar esse problema, são indicadas sessões de betaterapia, feitas em seguida à cirurgia, que contribuem para um bom resultado final.

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