A maioria dos brasileiros sabe que a camisinha é a melhor forma de prevenção, mas, ainda assim, uma parcela significativa não a utiliza

Carnaval é época de folia, curtição, viagens e… prevenção! Vocês já devem estar cansados de saber, mas essa época de diversão deve ser aliada a alguns cuidados contra DSTs e AIDS.

A maioria dos brasileiros (94%*) sabem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e AIDS. E cerca de 45%* da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses. Ou seja, se uma pessoa se relacionar com alguém que está dentro dessa porcentagem, corre risco de contrair algo indesejado.

Camisinha realmente funciona?

Sim, apesar de a camisinha apresentar 95% de capacidade de prevenção de DSTs, os 5% são devido a casos de má utilização ou quando ela é usada após a data de validade. Quanto à possibilidade da camisinha se romper, pode acontecer tanto antes quanto durante o ato sexual. Mais uma vez, pelo uso incorreto do produto, seja pelo lado errado ou até colocando duas camisinhas ao mesmo tempo, o que é um erro. Algumas pessoas pensam que com duas camisinhas a proteção é duplicada, mas o atrito criado entre elas acaba rasgando-as durante a relação.

Além disso, fique atenta à higienização dos lugares em que frequenta. Se houver uma secreção de alguém que já possui uma DST na bacia do vaso sanitário que você utilizar (que está ali há muito pouco tempo), existe a chance de a doença ser contraída.

*Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e AIDS para o Carnaval 2015