Com ou sem a troca de alianças, viver junto, maritalmente, pode representar um desafio de convivência.

Manias, hábitos, cansaço, rotina, interesses comuns e outros elementos podem dificultar a vida a dois. A consultora em mediação de conflitos, Suely Buriasco, rememora a notícia mundial do casal americano Ed e Floreen, que viveu junto por sessenta anos. “Chama a atenção por ser a relação dos sonhos: que haja amor, afetividade e que assim o casamento dure por muitos e muitos anos. Efetivamente, o ‘até que a morte nos separe’. Entretanto, essa promessa inicial dos nubentes tem sido cada vez mais descumprida e um casamento duradouro e feliz, que deveria ser o normal, acaba sendo algo admirável”, analisa. Mas, como especialista em conflitos, ela dá a dica: compreensão e diálogo.

Uma relação considerada saudável deve ser formada por pessoas que se amam, se respeitam e se admiram e isso faz parte de uma construção diária que exige muito empenho. É preciso se dedicar a aprender a arte da boa convivência matrimonial. A união tende a crescer quando conta com companheirismo, respeito e, claro, amor. É preciso achar momento para o diálogo e recorrer à parcimônia sempre que houver algo fora dos eixos.

Créditos: Suely Buriasco, consultora em mediação de conflitos

http://www.suelyburiasco.com.br/