Os animais de estimação são nossos bens mais preciosos, não é mesmo? Mas na hora de viajar, você sabe quais os verdadeiros cuidados deve tomar com os pets? Confira!

Viagens de carro

Documentação: para levar os animais de estimação em viagens de carro, tenha em mãos a carteira de vacinação com a antirrábica atualizada. Também é importante um atestado de saúde recente do animal. Os documentos podem ser solicitados por fiscais de barreiras sanitárias interestaduais.

Transporte: a lei proíbe apenas o transporte de animais no colo do motorista e à sua esquerda. Além disso, se o cachorro fica solto no carro ele pode se machucar em caso de batida ou freada brusca. Há coleiras peitorais para cães de diferentes tamanhos. A recomendação para os gatos, em geral avessos a passeios de carro, são as caixas de transporte.

Viagens de ônibus

Documentação: no momento do embarque deve ser apresentada a carteira de vacinação e um atestado do veterinário. É importante que tenha sido emitido com no máximo 15 dias de antecedência.

Transporte: a legislação do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) determina que, com exceção dos cães-guias, apenas animais de pequeno porte — cães e gatos de até 8 quilos — podem ser transportados. O DAER também limita a dois animais por veículo. Eles devem viajar dentro da caixa de transporte, junto ao dono.

Voos domésticos

Documentação: no caso de levar animais de estimação em viagens nacionais, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) exige a apresentação da carteira de vacinação atualizada. Além disso, é necessário comprovar a vacinação múltipla e antirrábica. Também vão pedir a comprovação de tratamento com vermífugo e um atestado de saúde emitido com assinatura do veterinário.

Transporte: o transporte de animais deve ser reservado com antecedência junto à companhia aérea. Cada empresa tem regras específicas, mas, de modo geral, elas são bem similares. Existe um custo adicional para o transporte, que normalmente é baseado no peso do animal mais o peso da caixa de transporte e no valor da passagem.

Na TAM, os bichinhos devem ser transportados na caixa de transporte, que pode ficar na cabine de passageiros ou no compartimento de carga, de acordo com o peso. A GOL segue o mesmo padrão. Caso o animal e a caixa de transporte juntos somem mais de 30 quilos, ele deverá ser transportado como carga. É importante conferir com a companhia se a raça do seu animal é aceita no voo, já que as companhias costumam não aceitar animais de focinho curto. Em todos os casos, é preciso fazer reserva específica e pagar taxa de bagagem.

Voos internacionais

Documentação: para viajar com cães e gatos para outros países é necessária a apresentação de um documento emitido pela autoridade veterinária do país de origem e aceito pelos países de destino, que ateste as condições e o histórico de saúde do animal de estimação. É importante pesquisar quais são os requisitos exigidos por cada país. Assim o veterinário possa atestar que seu animal cumpre todos eles. Alguns países exigem até mesmo o envio de sangue para laboratórios credenciados. Em alguns casos até a implantação de um microchip ou tatuagem, contendo um código de identificação. 

No Brasil, os documentos utilizados para essa finalidade são o CVI (Certificado Veterinário Internacional) e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, que são expedidos pelo Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).

Transporte: é preciso conferir as exigências da companhia sobre as dimensões da caixa de transporte do seu pet. Então a possibilidade de levar o animal na cabine e a necessidade de reserva (em geral, permite-se apenas um número limitado de animais por aeronave). Mas a Delta, por exemplo, têm diversas restrições meteorológicas, como por exemplo, não transportar animais despachados como bagagem no verão do Hemisfério Norte – ou seja, entre os meses de maio e setembro.