lkj02b

Betaterapia garante boa cicatrização

Redacao

É uma boa notícia para quem sempre quis se submeter a uma plástica, mas tinha receio das marcas pós-operatórias. Confira:Para que a tão desejada cirurgia plástica dê um bom resultado, não basta estar nas mãos de um bom médico. É preciso contar com a colaboração do seu corpo para que o processo de cicatrização seja perfeito.

O problema é que cada organismo reage de um jeito e, algumas vezes, os pacientes ficam frustrados com as marcas pós-operatórias . “Não há como prever a formação de quelóides, ou seja, de uma cicatriz exagerada. Mesmo quem nunca teve o problema pode vir a ter”, explica a Dra. Silvana Moraes Gotardo, formada pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho, em Botucatu, interior de São Paulo e especialista em radioterapia.Existe, porém, uma garantia de cicatrização perfeita. É a Betaterapia, uma técnica aplicada com muito sucesso e competência pela Dra. Silvana na clínica de estética Beauty Care. A aplicação permite, em 97% dos casos, evitar a formação de quelóides.A betaterapia segue alguns princípios da radioterapia. O tratamento é realizado com um aparelho de fonte radioativa, geralmente de estrôncio, que lança raios beta na camada da pele onde se localizam as células responsáveis pela formação de cicatrizes altas e irregulares. “Utilizamos uma pequena placa de 1,5cm, que é colocada em contato com a cicatriz. Durante as aplicações, os raios vão inibindo a formação das células responsáveis pelo quelóide”, explica a doutora.São realizadas, em média, dez sessões seguidas e o tempo de exposição aos raios beta varia de acordo com o tamanho do corte. Essa técnica pode ser aplicada em qualquer região do corpo. Para quem teme o uso de radiação, não há com que se preocupar. “O processo é totalmente seguro e sua penetração limita-se à pele. É usada até no tratamento de crianças que se submetem à cirurgia plástica por causa de queimaduras. A betaterapia é uma segurança a mais para quem deseja obter um resultado estético perfeito”, explica a especialista.Para garantir um bom resultado no tratamento é preciso ser rápido. “De nada adianta aplicar a betaterapia sobre um quelóide já formado. Nesse caso, existe uma série de tratamentos para amenizar o problema, mas com minha experiência, posso afirmar que o correto é retirar o quelóide e aplicar a betaterapia”, alerta a Dra. Silvana.

Envie seus comentários